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segunda-feira, 23 de julho de 2012

O. M. AÏVANHOV - 21-07-2012 - AUTRES DIMENSIONS

O. M. AÏVANHOV - 21-07-2012 - AUTRES DIMENSIONS



Bem, queridos amigos, estou extremamente contente em encontrá-los. Então eu lhes deixo a palavra.


Pergunta: qual é a evolução das intervenções das quintas-feiras às 22 horas, do Manto Azul da Graça (nota: ver “Acompanhamentos/ Acolhimento do Manto Azul da Graça")?
No que concerne ao Manto Azul da Graça, MARIA lhes disse que era a última sessão (em 19 de julho). Mas nada os impede, vocês, enquanto humanos, de decidir realizá-lo.

Vocês se beneficiaram, é claro, do Manto Azul da Graça, mas eu os lembro que vocês podem beneficiar-se dele a qualquer momento. Da mesma maneira que, quando o Canal Mariano está constituído, vocês chamam MARIA, MIGUEL, vocês não têm necessidade de estarem reunidos, de estarem em grupo.

A única coisa que se perpetua, eu diria, durante estes tempos, é o que é nomeado as Radiâncias dos Arcanjos, que eu os lembro, não estão mais em Conclave, mas trabalham em Alinhamento sobre o Canal do Éter e sobre a possibilidade então, de ligar, de algum modo, de fazer Comungar, em vocês, o Manto Azul da Graça e a Onda da Vida, o Supramental e o Chacra do Coração ou a Coroa Radiante do Coração (ver "Acompanhamentos/Radiância Arcangélica").

Então, o Manto Azul da Graça, tem trabalhado e é para vocês se beneficiarem dos efeitos. Agora, os efeitos do Manto Azul da Graça, é claro, é a Graça acoplada, ou possivelmente ligada, com a Onda da Vida e o Canal Mariano. Mas, além disso, em aproximadamente 3 semanas, nós lhes daremos elementos (que vocês terão, para muitos, já vivido).

Nós não os damos agora, para não influenciá-los. Mas, no momento, nós nada lhes dizemos, de modo geral, nem para difundir, porque nós deixamos trabalhar, em vocês, como nós o temos feito em outras vezes, o que vai se passar em vocês e é claro, bem além de vocês, com o Manto Azul da Graça.


Então, para agora, vocês façam o Manto Azul da Graça, vocês liguem-se à MARIA, liguem-se à GEMMA GALGANI, liguem-se à MA ANANDA MOYI ou liguem-se a KI-RIS-TI, MIGUEL e MARIA, que estão em trabalho, se vocês querem, no nível Vibratório, no Triângulo da Nova Aliança, não é? Mas para isso, vocês precisam de alguém, aqui.

O efeito da ressonância, que vocês têm obtido, é agora amplamente suficiente para que vocês possam aí fazer o apelo sozinhos. Mas se vocês querem fazê-lo com muitos, nada os impede de fazê-lo. Mas, no que concerne ao conjunto do Conclave, dos Anciãos e das Estrelas, o que deveria ser concluído, está totalmente concluído.

Independente da percepção do Manto Azul da Graça, e também de algumas Vibrações que são percebidas na parte traseira do corpo, no nível do peito, do ponto KI-RIS-TI, mas também em ressonância com o famoso Triângulo da Nova Tri-Unidade, tudo isso tem permitido criar, de algum modo, uma ressonância que permite, por sua vez, ao Manto Azul da Graça, instalar-se sobre seus ombros.

Link
Alguns o vivem, outros começam a viver os efeitos do Manto Azul da Graça. Mas é como a Onda da Vida que desencadeou um certo número de processos: nós os deixamos vivê-los e eu lhes prometo que, em 3 semanas, alguns Anciãos terão o prazer de lhes detalhar tudo isso. Mas nós não queremos influenciar o que quer que seja. Vivam o que vocês têm a viver.

Agora, o encontro formal em que oficiavam 3 Estrelas e o conjunto dos Conclaves, dos Anciãos e das Estrelas, isso terminou (As “Radiânçias Arcangélicas” apresentadas em “Acompanhamentos” continuam – “O Acolhimento do Manto Azul da Graça”
pode-se agora vivê-lo em qualquer momento).

Pergunta: o que significa a ressonância do ponto OD do peito com o ponto OD da cabeça?
Está em ressonância direta com a ativação e a colocação em movimento da Lemniscata Sagrada. Nós lhes apresentamos a Lemniscata Sagrada, entre o ponto OD do peito (a Porta Estreita) e o ponto ER da cabeça, na frente do corpo. Mas é evidente que o mesmo circuito existe, eu diria, atrás, entre OD e KI-RIS-TI (da cabeça) e KI-RIS-TI das costas (ver os diagrama abaixo e no final da mensagem).





Mas se vocês têm, boa memória, eu os lembro que SRI AUROBINDO tinha falado, há 2 ou 3 anos, de algo que era essa espécie de trajeto no peito (ndr: pesquisa em andamento). Se vocês encontram isso, vocês irão compreender porque. Mas agora, o peito corresponde, é claro, com a cabeça.

Quando nós lhes dissemos que a Fusão dos Éteres estava realizada e quando nós lhes dizemos agora, que o Manto Azul da Graça concluiu seu trabalho, isso quer dizer o quê? Que há uma reunificação total da Coroa Radiante da cabeça e da Coroa Radiante do Coração.

Isto é, que o Canal Mariano se permeabilizou, o Antakarana, forrado de Partículas Adamantinas, lhes dando a possibilidade de viver os contatos e também de ter ativado em definitivo, de modo funcional e total, sua Merkabah individual. Isso está em ressonância com o Manto Azul da Graça, mas não digo mais nada.


Agora, eu vou lhes dar, ainda, um elemento. Se vocês relerem o que lhes disse, há 2 ou 3 dias (19 de julho), SNOW, se vocês verem qual é essa Estrela, SNOW (CLAREZA), e se vocês verem o que ela lhes disse em relação ao que ela nomeou os Cavaleiros (que eu chamo os Hayot Ha Kodech, pouco importam os nomes) (ndr: ver em “Acompanhamentos/ Decodificação corpo/Espírito), são as 4 energias elementares que, quando se reúnem, dão o Éter e a Graça.

Vocês têm aqui uma pista para os mais curiosos.


Pergunta: eu sinto 2 partes da Lemniscata Sagrada como separadas, não juntas: o Coração (espaço da Paz) e a ponta do nariz (ao contato de um Ser de Luz). Isso é normal?
Não se esqueçam, não mais, que na Lemniscata Sagrada (que é uma estrutura, ela mesma), vocês têm outras estruturas, como você o descreveu. Há a ativação do que é nomeado o Corpo de Radiação do Divino (o 9º Corpo) que está ligado ao ponto ER do peito.

Há a ativação do 12º Corpo sobre a ponta do nariz, que está ligado ao Andrógino Primordial e que se ativa, efetivamente, nos contatos interdimensionais (ver o diagrama abaixo e no final da mensagem). Há uma sobreposição, não há mais nada para fazer.




Simplesmente a especificação do que você vive, em alguns momentos, corresponde, não à colocação em movimento da Lemniscata Sagrada, mas a uma especificação de uma função precisa, que está ligada ao que se passa naquele momento, é tudo.

Podemos dizer, de modo geral, que a Lemniscata Sagrada, no nível de seu movimento em espiral, surge no momento em que, justamente, não há o Fogo do Coração, nos momentos em que não há a ponta do nariz do 12º Corpo ativo. E isso se produz, sobretudo, quando há um desenvolvimento transversal da Onda da Vida.

Pergunta: quando alguém está no Absoluto com forma, pode ter reações quando ele estiver em sua personalidade ou em seu ego?
Como isto é possível? Nunca é uma reação da personalidade. Tudo o que vai se exprimir, no nível desse Ser, que é então Absoluto, como você diz, com uma forma, quer dizer ainda encarnado, pode, evidentemente, agir pela personalidade.


Além disso, ele vai conduzir melhor um veículo com a personalidade do que com o Absoluto, não é? Isso quer dizer o quê? Que ele não está submetido à personalidade: ele se serve dela. Ele não é mais essa personalidade, mesmo se ela existe. Aquele que rege isso, é o Absoluto.

Então você não pode, em nenhum momento, provar, em meio à personalidade, tudo o que é secretado pela personalidade, quer dizer o medo, quer dizer as raivas, quer dizer algo que vai ser muito violento.

Ou então, você é consciente e você sabe porque você o faz. É a mesma coisa que manifestar uma emoção que o submerge, que ter uma emoção que você sabe para que ela serve e porque você a manifesta. São duas coisas totalmente diferentes. Quando o Absoluto está estabelecido, em nenhum momento, a personalidade pode tomar a frente, é impossível.


Isso quer dizer que você vai se servir da personalidade para gritar, por exemplo, sobre algo que não é justo. Mas você sabe pertinentemente, nesse momento, que o referencial que é o seu, não é mais a sua personalidade, isso quer dizer algo que te ofende, você, ou que te contraria, você, mas o que contraria a Onda da Vida e a Graça.

Eu lhes expliquei perfeitamente que, diante de alguns Irmãos e Irmãs, vocês irão sentir (sem passar pela percepção, pelo sentimento, mas simplesmente pelo Som dos ouvidos) com os quais vocês estão em relação.

Esse Irmão e essa Irmã vivem a Onda da Vida?
De qualquer maneira, isso pode se enganar porque a Onda da Vida, quando ela é comum a duas pessoas que se encontram, há um fortalecimento do Som e, sobretudo, um estado de Fusão, de Comunhão e de Dissolução que passa além das palavras e de qualquer personalidade.


Mas se, efetivamente, em seu caminho, vocês foram levados a encontrar alguém que não vive esse Absoluto último, o que é que vai se passar? Se é alguém que está próximo de vocês (se é alguém que passa na rua, isso não lhes fará nada), mas se é alguém que vocês conhecem, o que quer dizer que vocês vão estabelecer uma comunicação (qualquer que seja, familiar, profissional ou outra) afetiva, se essa pessoa com quem vocês estão em relação, em comunicação, não vive esse Absoluto, o que vai se passar quando vocês entrarem em comunicação: O Som do ouvido esquerdo vai parar e o Som do ouvido direito vai assumir.

Não é um julgamento, é uma exata constatação. E vocês vão constatar que isso é constante.
Agora, em qualquer momento, você não pode, ao retornar à personalidade, ser assaltado pela personalidade, é impossível.

É precisamente o que permite diferenciar a Última Presença do Absoluto. Isso não faz de vocês, como vocês dizem, ursinhos carinhosos. Atenção hein, eu não disse isso. Isso faz de você alguém que é consciente e Lúcido. Que se há uma raiva, ela não sai porque sua personalidade a expressa: ela sai porque a Onda da Vida a desgastou. Não é a mesma coisa. E é constante.

Eu os remeto a algumas passagens, arranjadas, vão dizer, mas do CRISTO que expulsou os mercadores do templo.

Pergunta: quando alguém é claramente chamado pelo seu primeiro nome, é necessariamente por MARIA?

Não é necessariamente, mas é uma regra, vamos dizer. Ela lhes disse ela mesma, parece-me. Também pode ser o nome de quem você É, fora dessa pessoa.

Pergunta: é o nome de alma?

O nome de alma, certamente não. É o nome Vibral original, que é sempre constituído de duas sílabas. Raramente por três. Por três, corresponde, na maioria das vezes (como dizer) aos gêmeos monádicos que são divididos, para estar na Terra.

Quando o um dá dois, vocês têm o mesmo nome. Então, para diferenciar as duas sílabas, há um que vai levar um outro nome. Mas, na maioria das vezes, e de maneira geral, quando vocês são chamados, é seu primeiro nome, ou quando é Vibral, será o seu nome, que corresponde ao que você É, além de qualquer forma.


Pergunta: por que duas sílabas?

Porque no nível Vibral (no nível do que foi explicado, há anos, sobre o silabário original), é sempre uma associação de duas sílabas. Porque, para vocês, são as sílabas, mas para nós, isso não tem nada a ver. É Vibral, quer dizer que é um qualificativo Vibratório.

Novamente, nas Mônadas separadas, pela encarnação, aqui (que elas mesmas se separaram), não se é obrigado a dar duas vezes o mesmo nome: há um que leva uma polaridade, que guarda o nome, e o outro que leva um nome, derivado, na maioria das vezes, e que tem três sílabas


Pergunta: muito antes do processo que vivemos agora, ouvi me chamarem pelo meu nome três vezes, no ouvido esquerdo. A que poderia corresponder?
Alguns foram chamados mais cedo. Mas lembro-me que o Canal Mariano não estava constituído naquele momento. O que é ouvido é no nível da ampola da clariaudiência, ou então quando um próximo de vocês chegar a perfurar, precisamente, as camadas isolantes, para chamá-los pelo seu primeiro nome.

No ouvido esquerdo é um Ser de Luz. É um desencarnado. Mas Maria pôde também lhes falar muito antes do Canal Mariano. Maria pode lhes falar para sempre. Alguns seres, no entanto, ouvem Maria muito antes do Canal Mariano.


Pergunta: Por que, percebendo os sons no ouvido esquerdo, o direito ainda está ativo?

Por que não? Nós sempre dissemos que havia sons de ambos os lados. Eu tenho insistido sobre a diferenciação do som, em uma relação. Quando vocês estão em Comunhão com alguém que vive a Onda da Vida, é o som do ouvido esquerdo.

Agora, quando vocês estão em contato com alguém que não tem a Onda da Vida, é o ouvido direito. É necessário diferenciar bem essa reação, do estado normal, em que os sons podem estar dos dois lados.


Isso não tem significado. Mas se é um desencarnado que se aproxima, o som do ouvido direito vai se amplificar. Não é um desequilíbrio. Devemos diferenciar o que eu disse referente a uma relação, do que se produz espontaneamente, em você, em Alinhamento, em meditação, quando você dorme, etc. Isso não tem nada a ver.


Pergunta: se não tivermos participado do acolhimento do Manto Azul da Graça nas 3 últimas quintas-feiras, podemos continuar a acolher o Manto Azul da Graça no futuro?
É como eu disse anteriormente: ele está presente à vontade. Mas não depende mais de um retransmissor que fomos nós. Depende apenas de vocês, e sempre da mesma coisa: o Abandono.

Pergunta: eu sinto como um ponto à meia distância entre o centro do coração e o ponto ER.

O 9º Corpo, o ponto ER do peito, é o timo, no plano orgânico (ver o diagrama abaixo e no final da mensagem). Isso é uma tradução da ativação do Corpo de Radiação Divino. O sistema imunológico se modifica.



Pergunta: se "o que chega sempre esteve presente" (nota do editor: intervenção de UM AMIGO de 18 de julho), por que devemos fazer esse esforço (essa escolha, mesmo, uma vez que nos foi dito: "cabe a vocês escolherem") para passar pela Porta Estreita?

Mas, para perceber que o que chega sempre esteve aí, é necessário sair da personalidade. Isso sempre esteve aí, sim, mas para aqueles que, justamente, o alcançam. Mas isso só é conscientizado quando vocês tiverem passado a Porta Estreita. Não antes. E é quando vocês estão do outro lado, que vocês se dão conta de que isso sempre esteve aí.

Portanto, o que chega sempre esteve aí, é claro. Mas para aquele que não o vive, isso jamais chegou.
Novamente, como disse BIDI, vocês estão localizados no ego, o que é o caso, ou no Coração. Quando vocês estão no Coração, no Absoluto ou na Última Presença ou no Si (sobretudo na Última Presença e no Absoluto), vocês se dão conta de que isso sempre esteve presente.

Mas quando vocês não o vivem (porque vocês estão distanciados, pelo medo, porque vocês querem), para vocês, isso não chegou. É o mesmo princípio da verdade relativa e da Verdade absoluta. É o mesmo quando vocês dizem que não há aarma a alguém, que passou sua vida a purificar seu carma, ele vai olhá-los com vontade de estrangulá-los, não é? É lógico, ele não o viveu.


Exatamente, dizer e afirmar, como isso é feito, que o que chega sempre esteve aí, é a conscientização de que isso sempre esteve aí. Da mesma maneira, há alguns anos, quando lhes dissemos que iria ocorrer o apelo de Maria, vocês se perguntavam como isso iria poder se produzir. Vocês têm a resposta.

Além disso, não é um esforço. Considerar que é um esforço, isso prova bem que é o Eu que se exprime. É tudo, exceto um esforço. Eu não sei quantas vezes isso foi repetido.


Enquanto vocês consideram que é um esforço, vocês se distanciam. É um Abandono.

Pergunta: quando a Kundalini é despertada e sobe até o ponto ER, depois, ela desce ou ela continua seu caminho?

Mas isso não é uma mangueira de jardim.
A Kundalini, quando ela sobe, agora, é o Canal do Éter: isso perfura as bainhas dos chacras. Há uma comunicação que se estabelece. Isto não é algo que está sujeito à gravidade. Não é porque ela subiu, que deve descer.

Isso perfura as bainhas dos chacras, isso ativa, em totalidade, os novos Corpos (se eles não estão ativados, no sentido da descida), isso coloca em ressonância e em relação as 3 Lareiras e vai permitir viver depois, em um segundo momento, a Onda da Vida.
Mas como disse BIDI, vocês sabem, tudo isso, são manifestações: mesmo se elas parecem maravilhosas, e procuradas por aqueles que não as vivem, uma vez que isso está aí, fiquem tranquilos, como lhes têm dito os Anciãos. Isso é algo natural.

Pergunta: Santa Teresa de Ávila recebeu a visita de um Arcanjo, que lhe perfurou o peito e abriu o Coração. Isto é o que vivemos agora?
Sim, a menos que vocês tenham se perfurado, ou que serão perfurados, duas vezes.
Aí houve primeiro o impulso Metatrônico, no nível do ponto KI-RIS-TI. Mas em épocas anteriores, é o Arcanjo MIGUEL, rodeado pelos Querubins que vem perfurar, com uma Espada de Fogo, o chacra do Coração.

Homens e mulheres confusos.
A diferença é que hoje vocês têm a ativação das novas estruturas que tornam, podemos dizer, mais fácil.


Muitos entre vocês vivem a Transfixação do Coração, pela Vibração KI-RIS-TI e o impulso Metatrônico, no nível das costas. Ao contrário, daquela época, que era necessário ir ao ferro quente, e então dava uma experiência de sofrimento-prazer indizível. É mais o caso de hoje. Mas todos os místicos têm descrito isso.


Então, se vocês preferem, na Índia, por exemplo, vocês não têm MIGUEL, vocês têm (é a mesma consciência, mas a representação é diferente), como se chama, aquele que carrega um tridente, é esse que vai perfurar o peito: é Shiva. Shiva o destruidor, o Fogo. Destruidor para a personalidade, mas pura Luz e Jóia para os Domínios que estão na Verdade.


Pergunta: eu me senti, por vezes, como no vazio, com a respiração que parou, depois é repetido. O que se passou?
Acontece que a respiração para. É a vez em que o processo de respiração consciente passa para o nível do coração e depois, para o nível celular. São os mecanismos aéreos que acompanham não somente o Swich da Consciência, mas a passagem do Si à Última Presença.

Pergunta: você pode falar sobre o que disse NO EYES: é necessário aceitar não mais ver?

Enquanto vocês veem algo, vocês não estão na Verdade. É no coração do Coração que está a Visão do Coração. Mas a Visão do Coração é independente dos olhos.
Enquanto vocês estão encarnados, limitados, confinados, vocês acreditam que tudo o que vocês veem é verdadeiro.


Ora, tudo o que vocês veem é apenas uma projeção. O verdadeiro olhar é uma Vibração que é independente de qualquer forma, de qualquer cor, de qualquer percepção. Isso também foi explicado pelo IRMÃO K. Tudo o que vocês veem não é senão uma projeção. A única coisa que vocês não podem ver é vocês mesmos, porque vocês mesmos não são a projeção. Vocês veem uma imagem quando vocês se olham em um espelho.


Ver, como ela disse, é ir além de tudo o que é visto, que isso seja com os olhos, com o terceiro olho, com a Visão Etérica.
É a partir do instante em que vocês cessam de querer ver, que a Visão do Coração, do coração do Coração, aparece.

É o momento em que vocês vivem, conscientemente, o que nós lhes dizemos sem parar: que tudo está em vocês. Isso faz parte da Revelação do Manto Azul da Graça, em sua ação sobre sua Consciência, sobre sua deslocalização final, quero dizer a Ascensão.

Lembrem-se que, quando vocês estão encarnados, vocês têm os olhos. Portanto, vocês, para perceberem, necessitam ver, independentemente do sentir.
E isso foi explicado, de diferentes maneiras, que o que vocês veem, vocês condicionam. Em totalidade.

Vocês não vão ficar apaixonados sem olhar uma pessoa, não é, mesmo se aí há ondas que aparecem, há algo do outro que passa, mesmo se vocês dizem, que é sutil.

Essa visão (que é a visão dos olhos ou o sentir Vibratório quando vocês dizem: "isso me faz bem, isso não me faz bem") é o que os impede de ver o que vocês São. Mas isso foi explicado de diferentes maneiras.
É necessário aceitar não mais ver. Pelos olhos acontece o julgamento, o sentimento: é olfativo e visual, em um primeiro momento. Depois, é claro, faz-se apelo aos outros sentidos.

Mas enquanto vocês veem, vocês são tributários do que vocês veem e, mais, sem o conhecimento de sua vontade plena. Vocês estão condicionados pelo olhar. Eu os remeto, para isso, a tudo o que foi dito por NO EYES, pelo IRMÃO K, sobre o eixo ATRAÇÃO-VISÃO e sobre a imagem (ndr: pesquisa em andamento).

Enquanto vocês são seduzidos pelo que vocês olham, vocês não podem encontrar o que vocês São. É o mesmo princípio em alguns ensinamentos, quando se fala do silêncio: enquanto há ruído, vocês não estão no silêncio.
É o mesmo princípio. Enquanto algo é visto, vocês não podem Ver. Porque a verdadeira Visão está fora dos olhos. Ela está no Coração.

As Consciências mais elevadas, no nível Vibratório, isso não quer dizer que elas são mais evoluídas. Por exemplo, a Civilização dos Triângulos, são triângulos: não há olhos, não há boca, há nada. E são Consciências muito elevadas: elas determinam e condicionam mundos inteiros.
Elas veem algo, no sentido em que vocês o entendem?

Mas isso, vocês não podem compreender.
Enquanto vocês não o tiverem vivido, vocês irão girar isso em suas cabeças sem parar porque vocês não têm nenhum meio intelectual, vocês não têm nenhuma referência, em seus cérebros (o que quer que vocês tenham estudado), que possa explicar-lhes isso.

É toda a diferença entre a vida Interior e a vida exterior. Sobre este mundo exterior, vocês podem conhecer as leis da física. Mas, mais uma vez, as leis da física não são as leis do Universo. Elas se aplicam a este mundo, a estas circunstâncias. Portanto, vocês têm os sentidos e vocês têm um cérebro, portanto vocês buscam compreender o que escapa aos sentidos. Isso não pode ser melhor explicado de tudo o que lhes foi dito. Enquanto vocês não o vivenciam, vocês podem procurar, todo o tempo, na cabeça, vocês não encontrarão nenhuma validação. É impossível.

Porque seus cérebros estão condicionados para lhes dizer que ver, é feito com os olhos abertos. Ou se vocês estão em busca espiritual vocês vão se dizer que ver é o 3º olho. Mas tudo o que será visto dessa maneira apenas pertence, como eu já disse, ao 2º frasco, não é a Verdade (ndr: intervenção de 3 de julho).


A verdadeira Visão é sem os olhos. Porque os olhos (mesmo o 3º olho) determinam uma forma, um reconhecimento pela forma, pela cor. Portanto, é uma identificação.


A Visão do Coração não é uma identificação, é uma interpenetração.
Isso não tem nada a ver: vocês não têm nenhuma ferramenta conceitual, nenhuma ferramenta em seus sentimentos, em seus sentidos, que lhes permitem viver isso.


Pergunta: por que, quando se para a respiração, o acesso a esses estados não ocorre?
Mas isso não pode funcionar. O que eu disse anteriormente, não é um efeito da vontade, é um efeito da Consciência. Se sua Consciência está voltada para a vontade de parar a respiração, isso nunca funcionará. Pior, você vai desmaiar.

Nenhuma expressão da vontade vai conduzi-los a algum lugar.
Exceto ao astral e aos medos.


Pergunta: e se esse mecanismo é espontâneo, quanto tempo isso pode durar?

Qual a importância? Isso pode durar muito mais tempo do que os limites fisiológicos que vocês conhecem.

Pergunta: RAM disse, "lhes é suficiente apenas um Sopro." O que isso significa então?
Mas o Sopro, é o quê? É o Espírito. Um Sopro, não é a respiração. Um Sopro não é um inspirar e expirar: é um Sopro, é o Éter veiculado pelo ar, isso não tem nada a ver.
Vocês vejam as interpretações que isso causou: vocês tomam uma palavra e vocês colam em cima de outra coisa.
Ele disse “um Sopro”, não uma respiração.


Pergunta: a magia negra sobre uma pessoa pode ser um obstáculo ao seu acesso às Vibrações?

É claro. Se a pessoa não acessou à sua Unidade, ela está sujeita à Dualidade. Enquanto vocês aderirem ao carma, vocês estão sujeitos ao carma. Enquanto vocês aderirem à Dualidade, vocês estarão sujeitos às leis da Dualidade.

Por que nós temos insistido, e ainda hoje, sobre a vontade?

Porque a vontade, ela se exprime na dualidade.
Nenhuma vontade de Luz os conduzirá à Luz: ela os conduzirá à luz astral, a nenhuma outra.


Quando eu falava da vontade, em minha vida, é a força do Espírito, é a determinação de manter um objetivo. Não é o exercício da vontade comum: é manter o rumo da Luz, do objetivo que é a Luz. É isso, que é importante, é olhar: todo o tempo: o objetivo. Não é exercer uma vontade esquecendo o objetivo. Não é um dia, estar na espiritualidade e, no outro dia, estar nas tagarelices e falando mal de alguém, porque aí, vocês estão fora da base, assim vocês não chegarão lá.


Isso não muda uma vírgula em relação ao que eu disse, em minha vida.
É necessário uma vontade de ferro, mas não a vontade: é a famosa tensão para a Luz, da qual lhes falou, há dois anos, HILDEGARDE DE BINGEN (intervenção de 25 de outubro de 2010).


É o problema das palavras: vocês podem colocar o que vocês quiserem atrás das palavras. Nós vimos, agora mesmo, com o Sopro. É suficiente apenas um Sopro, não uma respiração, uma vez que, exatamente, o Sopro, é o momento em que a respiração para: "deu seu último sopro, ou seu último suspiro".

Ali, é o mesmo princípio. Eu disse em minha vida, eu me lembro muito bem: “é necessário uma vontade de ferro”
( o ferro, F.E.R.R.O., hein, como vocês dizem). A vontade de fazer, é ainda pior ( F.A.Z.E.R.).

É uma vontade de ferro para manter consciente, a cada respiração, o objetivo. Se vocês se deixarem distrair, pelos olhos, pela cabeça, pelo que alguém vai lhes dizer, o que é que acontece? Seu objetivo sai de sua cabeça. Mas isso, vocês todos têm vivido.

Quem é que pode dizer que chegou ao Absoluto, à Onda da Vida que se desenvolveu em totalidade, sem ter antes, durante um tempo suficientemente longo, sem parar, ter sido obsedado (realmente, no sentido primeiro do termo) pela Luz e a Verdade, pelo Amor?

É impossível.
Vocês não podem reivindicar o Amor e depois se voltarem para as séries da televisão, é impossível. Ou pior, são as séries entre humanos: vocês sabem, são os: “eles dizem, eles me disseram que”.

Eu não vou retomar a expressão vulgar que eu empreguei em algumas intervenções (“ocupem-se de suas bundas”).

Mas, vocês não podem ter essa tensão para a Luz, essa vontade do Espírito, e depois, de repente, se porem a falar do mercado de ações por exemplo, e de aplicar na bolsa. Exceto, se vocês são capazes de aplicar na bolsa e ter ainda essa tensão para a Luz. Mas, aí nesse momento, vocês já chegaram, porque vocês são Absoluto, ou vocês estão indo. Vocês vivem a Última Presença.


Pergunta: durante a sua vida você evocou o Fogo Sagrado: " ter o Fogo Sagrado".
Quando vocês têm o Fogo Sagrado, vocês experimentaram algo, vocês nascem assim, pouco importa. Mas o que quer que aconteça em sua vida (e mesmo quando eu fui para a prisão), há um único objetivo:
A Luz.

Se vocês são distraídos por não importa o que, como vocês querem ter o Fogo Sagrado?
Quando basta um acontecimento, qualquer que seja, na vida, que vocês desestabilizam, esse acontecimento é para reforçá-los. Mas se vocês se lastimam: “Oh tenho medo, ah minha angústia, ah, eu vi isso, ah, eu vi aquilo”, onde está o Fogo Sagrado?

Isso quer dizer simplesmente que vocês estão identificados à sua pessoa. Como foi dito pelas Estrelas, como nós lhes temos dito, o conjunto do que poderia ser trazido (em Luz, em Vibrações, em explicações), foi dado.
Não vamos rever BIDI, ele vai ficar nervoso, bastante, quando ele lhes diz: “ mudem o ponto de vista”.

Portanto a frase, ela mesma, é extremamente clara. Se vocês não a veem, isso quer dizer o quê? Que vocês estão confinados na personalidade, a tal ponto que isso lhes põe um problema, para alguns, de mudar de olhar. Então vocês buscam o que isso quer dizer.


Isso quer dizer o que isso quer dizer: que seus pontos de vista são diferentes. Não é mudar de ideia, não é emitir uma opinião diferente, isso quer dizer ver com algo além do intelecto, ver com algo além do interesse pessoal.

Pergunta: de onde poderia vir uma opressão do plexo solar, quando em meditação?
Isso pode chegar como um tapa do plexo solar, como dando choques, ou dá uma Vibração rápida. Isso é a Porta que não quer se abrir, é o ego que resiste:
o medo de perder o seu pequeno ego. Falta de Abandono, se você prefere.

Pergunta: seria interessante desenvolver o Silêncio, o jejum das palavras?
O silêncio sempre fará vocês entrarem, um pouco mais, na interioridade, voltará sua Consciência para o que é percebido e sentido. Então, é uma primeira etapa.
É melhor do que a tagarelice, isso é certo. Eu os lembro que o CRISTO disse: “O que é mais importante, não é o que entra em sua boca, é o que sai”.

A palavra é uma arma de destruição massiva.
Vocês podem matar muito mais facilmente com uma palavra, do que com um soco. Portanto, efetivamente, se vocês têm tendência à tagarelice, a falar dos outros, então,
façam Silêncio.

Pergunta: qual é a atitude a ter quando uma Presença chega à esquerda?
Dizer olá, isso já é educado. Acolher é a palavra que tem sido empregada: Acolher o Canal Mariano, acolher a Graça, acolher a Presença, render Graças.

Quaisquer que sejam as palavras, o importante é estar (e isso já foi dito) em interação. Não, em seguida, se perguntar: “Quem é? Quem é? Quem é? Quem é?”

Exceto, se vocês chamaram alguém específico. Mas entrar nesse espaço particular, pois como foi dito, é a ressonância de seu espaço, com o espaço de quem está ali, que lhes permite se deslocalizarem e de prepararem o Absoluto ou de o viverem.


Pergunta: o Canal Mariano desce sobre todo o lado esquerdo, sob o ombro?

Sim, em totalidade, depois de um tempo. De início, ele vai ficar localizado na parte superior, nesse espaço entre o ouvido e o ombro. Depois, ele vai começar a descer no braço. E quando a Presença é instalada, de maneira mais íntima, ele vai realmente descer até a perna.

Pergunta: os triângulos, em uma pintura, remetem à Multidimensionalidade?
O Universo é geométrico, além do seu Universo. É um mundo fractal, onde as formas geométricas perfeitas são as mais puras, no nível da Consciência.

Os Triângulos pertencem à Civilização dos Triângulos, que sustentam os Mundos, assim como as formas geométricas.


Pergunta: se o Canal Mariano desce até embaixo do lado esquerdo...
É a Presença que desce até embaixo, não é Canal Mariano.

Pergunta: ... pode ser que uma Presença chegue diretamente pela esquerda?

Não, uma Presença que chega por baixo, especialmente na parte inferior esquerda é uma entidade, uma larva astral de Vibração muito baixa. Além disso, tudo o que chega por baixo e à esquerda, vai se fixar na coxa, à esquerda.

Isso é verdadeiramente nefasto. É verdadeiramente das coisas mais pesadas. Mas nenhum ser de Luz vai se agarrar à sua coxa. Pelo contrário, ele chega no Canal Mariano, ele desce e a Presença, o Tremor, é sentido efetivamente até a perna. Mas uma Presença que chega por baixo e que se fixa na coxa, isso, é uma entidade astral consciente e dirigida pelo mal.


Pergunta: e se não quisermos cair na Dualidade, mas isso acontecer, o que fazer?

"Eu não quero cair na Dualidade e no entanto isso acontece": isso quer dizer que você está na dualidade. Isto é evidente. Aquele que está em Unidade não pode estar de nenhuma forma sujeito ao que quer que seja que venha do astral: isso não existe.

As forças astrais, e em particular autoconscientes, como o que falei das larvas, estão necessariamente em ressonância com uma falha que está no ser: um medo, um traumatismo, uma cicatriz.


Pergunta: como, então, não agravar essa Dualidade?

Quando você é afetado pela Dualidade, em um primeiro momento, será bom você chamar a Luz, isso não resolverá seu problema Interior. Então, você é obrigado a apelar, é o que eu disse, aos princípios que estão ativos em meio à Dualidade: exorcismo, depuração, desapego, você empregue as palavras que você quiser.

Mas deve estar bem consciente de que esses tipos de larvas, que se fixam nos membros inferiores, e em particular na coxa esquerda, estão sistematicamente ligadas aos medos que estão presentes no ser que os vive e, ainda mais, essa pessoa aderiu aos seus próprios medos. Ela está identificada aos seus medos.


Pergunta: como as larvas astrais podem aparecer se há já Presenças que chegam pelo Canal Mariano?
Isso significa que a Onda da Vida não subiu. Isso significa que os dois primeiros chacras estão bloqueados. O que se passa na parte superior, e o que se passa na parte inferior, não são necessariamente sincrônicos, jamais lhes dissemos isso.

Não se deve confundir o Si, o estabelecimento da Consciência no Si, o Manto Azul da Graça, e a Onda da Vida. Sempre lhes foi dito que, quando a Onda da Vida subisse, ela encontraria as resistências dos dois primeiros chacras.

Se essas resistências ainda estão ali (porque há medos), a Onda da Vida não sobe mais. Isso não impede, que o Manto Azul da Graça (que se apresenta no nível das Portas ATRAÇÃO e VISÃO, e depois, sobre os ombros) possa estar aí. Vocês têm inúmeros exemplos, tanto no ocidente como no oriente, dos Santos que passaram suas vidas sendo atacados, parece-me. Não há contradição, muito pelo contrário.


Pergunta: se a Onda da Vida se desenvolve lateralmente, isso significa que ela subiu?
Sim. Mas lembrem-se que, depois de ter sentido a Onda da Vida subir e se desenvolver, vocês devem se tornar o que vocês São: A Onda da Vida, que é a melhor, não representação, mas testemunho, aqui, na encarnação, do que vocês São, quer dizer Absoluto.

Pergunta: sentir uma vez a Onda da Vida, isso significa que ela está estabelecida?
Não, isso simplesmente significa que a ressonância que é criada na Comunhão ou na Presença de uma Estrela, e porque não da minha, pode fazê-los viver as primícias. Mas a Onda da Vida, quando ela nasceu, há flutuações espontâneas que não dependem de vocês, mas da Terra, já que isso vem da Terra.


Mas, uma vez que a Onda da Vida nasceu, ela não para nunca mais, sobretudo agora. Se a Onda da Vida nasce, em um dado momento, lembrem-se que há sempre os dois primeiros chacras que são: os apegos.

Somente quando a Onda da Vida tiver êxito, quando vocês conseguirem, se apagar (nos medos, nos seus sofrimentos, nas suas feridas, em tudo o que vocês acreditam ser), é que a Onda da Vida pode subir, não antes.

Nós não temos mais perguntas, agradecemos.

Então, queridos amigos, eu lhes transmito todo o meu Amor, todas as minhas bênçãos e também a Graça, que agora, está aí.


Eu lhes digo até muito logo, comportem-se bem e Abandonem-se.E não se esqueçam da Luz, a cada respiração, a cada pensamento.

Vivamos agora a Graça, e eu lhes digo até breve.

Tchau.


... Partilhando o dom da Graça ...

ER DO PEITO: no eixo do esterno na parte superior, acima do chacra do coração, chamado no ângulo de Louis (9º Corpo).OD DO PEITO: o ponto do esterno (8º Corpo).

ATRAÇÃO : uma mão abaixo do seio esquerdo (o chacra do baço é a posição, elíptica simétrica ao chacra do fígado, aqui).



KI-RIS-TI
DAS COSTAS:
entre as omoplatas à meia-altura (sob a 5ª vértebra dorsal). Raiz do Chacra do Coração.




AL
DO NARIZ:
acima da bola da ponta do nariz, no limite da cartilagem 12º Corpo.




ER
DA CABEÇA:
sobre a fontanela no topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das 2 orelhas e a linha que passa pelo nariz e o occipital.




KI-RIS-TI DA CABEÇA:
cavidade lateral esquerda da nuca, na base do occipital.



A LEMINISCATA SAGRADA: de OD do peito ao ER da cabeça.




Mensagem de O. M. AÏVANHOV no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1545
22 de julho de 2012
(Publicado em 23 de julho de 2012)

Tradução para o português: Ligia Borges


M.M - http://minhamestria.blogspot.com/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/

domingo, 22 de julho de 2012

HILDEGARDE DE BINGEN - 21-07-2012 - AUTRES DIMENSIONS

HILDEGARDE DE BINGEN - 21-07-2012 - AUTRES DIMENSIONS



Irmãos e Irmãs, eu sou HILDEGARDE.
E permitam-me estar em seu Coração, permitam-me estar ao seu lado, como eu lhes peço para estar em meu Coração e ao meu lado.

Pela graça de nossa Comunhão, nós vamos evocar, bem além das poucas palavras que eu vou pronunciar, a graça do Amor.


A graça do Amor não está em grandes discursos.
A graça do Amor não é simplesmente fazer o bem, ou estar bem.
A graça do amor é não mais ser dependente do que quer que seja.

É não ser mais nada aqui, ser o menor dentre todos, a fim de ter acesso a Tudo.
É tornar-se inteiramente, a Luz: o que nós somos. É ser cada um de vocês, não se ater a si mesmo mais do que aquele que está na frente, aquele que se opõe, aquele que chora como aquele que ama. Portanto, a graça do Amor se vive, aqui e em toda parte.


É não mais estar apegado a este corpo, mas ser todos os corpos.
É não mais ser esta alma, mas ser todas as almas.
É não mais ser um espírito em um corpo, mas ser todos os espíritos em todos os corpos. É não mais ser uma história, mas todas as histórias.
É não mais ser uma pessoa, mas todas as pessoas.
É então Amar, além de toda pessoa.


É ter acesso a tudo, desde a música das esferas, até o conhecimento mais íntimo do que existe sobre este mundo, como no Espírito, como em toda parte e em outros lugares. É não mais ser afetado por qualquer limitação. Isto é, o que quer que aconteça a vocês como a qualquer outro, estar e permanecer na mesma graça do Amor.


É ser inabalável, não pela vontade, mas pelo que eu tinha exprimido como uma tensão para o Abandono, isto é, realmente, viver que, desta tensão para o Abandono e deste Abandono total, resultam todos os benefícios, resulta o fim de toda separação, onde vocês estiverem, realmente, cada um e cada uma, no amigo como no inimigo aparente, em todo Irmão e toda Irmã, em todo conhecimento, em toda planta (dando-lhes o conhecimento íntimo dessas plantas), em cada anjo, em cada música.

É assim, que durante a encarnação que eu tomei, eu pude escrever tudo o que eu escrevi. Esta erudição não era uma erudição aprendida no exterior, mas vivida na graça do Amor.

E hoje, aí onde vocês estão, sobre esta Terra, tudo pode ser assim.
Desde o instante em que vocês aceitam em deixar Fazer o que precisa ser feito, para Ser, vocês não estão mais no fazer, mas no Ser.

Então, é claro, há alguns fazeres que são opostos ao Ser.
Vocês não podem ser seduzidos pelos artifícios deste mundo e Ser.
É preciso escolher. Mas desde o instante em que vocês escolheram Ser, realmente, nenhum fazer pode esperar Ser. E é justamente nisso que há o Conhecimento.

Ele não é o resultado de uma lógica, ele não é o resultado de uma aprendizagem, ele é espontaneidade. Porque, justamente, não há mais barreiras, nem mais limites, e quando eu digo que eu estou no seu Coração, que eu estou ao seu lado, eu estou, realmente.


Da mesma forma, que vocês podem estar, realmente, comigo, e vocês podem ser eu. Desde já, sobre este mundo, o Manto Azul da graça permitiu, e vocês permitirão cada vez mais, como lhes foi dito (nota: CRISTO): "o que eu faço, vocês o farão, e muito maior ainda." Isto é agora.

E é agora que se vocês aceitam em não mais estarem confinados, que a alegria inextinguível, que o Amor, o mais incrível, está aí, e neste momento, que vocês percebem não serem, efetivamente, mais nada do que seja a vida que vocês levam.
Conforme diria um de seus intervenientes, bradando, não há teatro (nota: BIDI).


Porque todo Irmão e toda Irmã que vocês podem ver, amando ou sofrendo, torna-se, realmente e inteiramente, o que vocês São. Dando-lhes a viver que não há qualquer separação, que não há qualquer mundo, que há somente o Amor e a graça deste Amor. Na graça do Amor, é ser isso, ou seja, não mais uma pessoa, mas todas as pessoas. É não mais estar sobre este mundo, mas estar aí da mesma forma. É estar por toda parte. É tornar-se o Tudo e o Nada.

Porque o Nada e o Tudo não são mais do que duas vertentes da mesma Verdade.

Não se contentem com a mediocridade, não se contentem com pouco: sejam o Tudo, com Humildade, porque vocês o São.

A graça do Amor está aí, vocês São isso.
Pela minha Presença ao seu lado, no seu Coração, como a sua Presença em mim, isto É. Novamente, nenhum fazer pode obliterar isso. O Manto Azul da graça dá-lhes a viver, sobre este mundo, uma amplitude muito maior do que este corpo.
Vocês são, cada um dos Irmãos e das Irmãs, vocês são cada árvore desta Terra.
Ele lhes disse: "o que vocês fizerem, ao menor de vocês, é a mim que vocês o fazem" (nota: CRISTO) e vocês o vivem.


Não há qualquer história humana que possa caber na graça do Amor.
Não há nenhum conflito que possa caber na graça do Amor.
Não há nada que possa resistir à graça do Amor.

Tudo o que poderia parecer existir é simplesmente a não instalação completa da graça do Amor.
Ousem ser a graça do Amor, porque a partir do momento que vocês estiverem nela, vocês estão Liberados, em totalidade.

Além do seu efeito de Liberadores, vocês são Liberados.
Então, um sorriso sem fim nascerá em seu Coração, em sua alma, em seu Espírito e em sua Essência. O Absoluto está aí. Vocês viverão por si mesmos, que na graça do Amor, não pode haver nenhuma distância, nenhuma exceção, nenhuma exclusão.


Mas aqueles dos nossos Irmãos e de nossas Irmãs que estão encarnados e que decidem não ser isso, vocês os deixarão seguir o seu caminho, porque essa é a sua verdade, essa é a sua liberdade.Eles são vocês, lembrem-se.

Da mesma forma, que em um corpo físico, há partes que não se pode ver: as costas não podem ver o seu joelho. Eles não têm as mesmas funções, e no entanto, eles constituem o mesmo corpo. Não viria jamais ao espírito das costas, rejeitar o joelho.


A graça do Amor é isso.
É a ausência total de julgamento do que quer que seja.
Não é um deixar fazer, mas um deixar Ser.

A graça do Amor está aí.

Ela não os impede de fazer (e a minha vida foi o exemplo disso), muito pelo contrário. Deixar Ser preenche-os, ainda mais, de vida, ainda mais de entusiasmo, aqui como em outros lugares, aqui como em toda parte, em seu corpo como em todo corpo, porque o vasto (em que vocês se tornaram) ressoa em tudo, aos que olham vocês, aos que se aproximam de vocês, e mesmo aos que se afastam.


A graça do Amor, é isso. É que nenhuma circunstância exterior pode alterar o que quer que seja. Nenhum estado Interior pode alterar o que quer que seja.

A Fonte de Cristal flui em vocês, e se derrama sobre o mundo, como uma explosão de Luz. Nenhuma forma pode acomodar o que vocês São, mesmo se vocês permanecem em todas as formas.

A graça do Amor é a Beleza.
A graça do Amor é Verdade.
Ela é inalienável e inalterável.
Ela é o que vocês São.
Ela é o que tudo É.


Naquele momento, vocês se vão perguntar mesmo como vocês poderiam estar ausentes de vocês mesmos e vocês se vão perdoar como vocês perdoam a tudo, porque a graça do Amor não pode fazer de outra forma.

Porque viver a graça do Amor é dar a graça, não como um ato de vontade, mas porque esta graça emana, em permanência, sem nada lhes pedir, dando-lhes a ouvir o canto do universo, o Coro dos Anjos, a viver esta beatitude permanente, aconteça o que acontecer, porque nada acontece. Vocês saíram, justamente, de tudo o que acontece como de tudo o que parte.
A graça do Amor é isso e é isso o que nós somos todos, no Um e no Outro.
Isto é o que nós somos, cada um em todos.


Não há mais distância, vocês estão definitivamente Liberados.

A graça do Amor é a nossa natureza.
Não existe nenhum muro que possa ser um obstáculo para a graça do Amor.
Nada pode ser perdido, nada pode ser ganho, tudo já está aí.


Na graça do Amor, tudo é conhecido, tudo é visto, mas não com um olhar discriminatório, não com algo que vai separar, mas que vai ver, além de toda diferença, que subjaz a mesma natureza. Porque aquele que não vê a graça é a graça tanto quanto vocês que a vivem. Fundamentalmente, não há nenhuma diferença, exceto pelo olhar daquele que está dividido, ele mesmo.

A graça do Amor lhes dá asas, cobre-lhes com o seu Manto, ela faz jorrar, de vocês, a graça de, em permanência, independentemente de toda vontade.

Ela os coloca nesta Eternidade.

Ela engloba tudo aquilo que o seu olhar e o seu Coração pode prestar atenção.
Não existe nenhum recanto desse corpo, como de todos os corpos, como do mundo, como da Terra, como de todos os mundos, que escape à graça do Amor.
A Liberação está aí, nesta graça, neste Amor, neste estado, além de todo estado, onde tudo é acessível, onde nada se pode fechar ou fechar-se de novo.


Aí onde vocês depositam todos os ilusórios fardos desta vida, deste corpo, de seus afetos. Viver isso, é tanto bem viver em CRISTO, como viver em qualquer outro, com o mesmo Amor, a mesma Presença, a mesma qualidade.

Somente a vocês pertence decidir.

É a vocês que pertence ver a graça do Amor ou outra coisa.
A graça do amor completa-os, ela completa o universo, como ela completa este mundo. Ela é a ação sem fazer.

A graça do Amor é o Ser e isto é este Ser, em si, que faz e não mais vocês.
E este Ser conhece tudo. Nada lhe pode ser escondido, nada lhe pode ser ocultado.

Se vocês são capazes de tudo parar, uma respiração, a graça do Amor está aí. Nada pode opor-se a graça do Amor, exceto vocês.

E, portanto, cabe a vocês ver.
Mas isso está presente, totalmente, ao alcance do Coração.
Nós estamos aqui por isso, como vocês estão aqui por isso.
Além de toda história, e além de tudo o que pode ser alterado sobre esta Terra, o Amor sempre esteve aí, porque sem Amor, nenhuma sombra mesmo não poderia existir, porque sem Amor, nenhuma alteração poderia ver o dia.

A graça do Amor é viver isso.
É não mais se perder nos meandros das interrogações, das questões, das dúvidas.
É deixar trabalhar a graça.


E este mundo e vocês mesmos dar-lhes-ão a ver, a vocês mesmos e ao mundo, pela mesma realidade vivida, dois aspectos diametralmente opostos: a graça do Amor ou o ódio e o medo. Então é claro vocês poderão perguntar-se como, no mesmo tempo, no mesmo espaço, no mesmo real objetivo (em todo caso pelo olho da razão), algumas Irmãs e alguns Irmãos viverão a graça do Amor, algumas Irmãs e alguns Irmãos viverão o inverso.

Não há inverso. Há apenas o não reconhecido.
Mas, em definitivo, vão além desta questão e deixem Ser, porque sua melhor maneira de Liberar o mundo é a graça do Amor. Claro, a mão estendida, alimentar um ser que tem fome, é importante, mas se não houver a graça do Amor, isso não responde mais que a uma necessidade do instante.

A graça do Amor libera-os e alivia.
Ela os extirpa, literalmente, de tudo o que não é ela.


Nossas Presenças estão aqui para isso.
Nós estamos ao seu lado, em seus Corações, como vocês estão ao nosso lado e em nossos Corações. Não se ocupem de mais nada, deixem Estar.
O fazer vai-se fazer.


Mas o fazer, estando no Ser, não é a mesma coisa que fazer estando no querer fazer.
É a isso que vocês são chamados, é a isso que vocês manifestam, ou não, o seu Abandono, à graça e à graça do Amor.


Como lhes disseram minhas irmãs, como lhes disseram os Anciãos, os Arcanjos, nós estamos aqui e nós estamos aqui por vocês, até o momento em que vocês percebem que nós somos vocês. Não como uma transposição, não como um jogo de palavras, não como uma permutação, mas sim como a essencial Verdade.

E isso também é a graça do Amor.

Vocês são o Caminho, a Verdade e a Vida, porque o Caminho, a Verdade e a Vida é exatamente atributo tri-único da graça do Amor. A graça do Amor chama-os a superar, a transcender tudo o que vocês creem ser, tudo o que vocês têm podido ser, tudo o que vocês fazem ou têm feito para estabelecer-se em outra oitava no Absoluto, na Beleza.


Qualquer um de nós que vem chamá-los ou procura-los é na sua ressonância comum que é a graça do Amor. Não mais em nós do que em vocês, mas, muito mais, entre nós, porque entre nós não há um e outro e outro e um, há Um, há Alegria, há a Paz e há a graça do Amor.


Vocês todos são chamados, porque somos chamados, uns e outros.
Lembrem-se que durante estes tempos, vocês têm apenas que Ser e absolutamente nada a procurar, porque tudo está aí.

A graça do Amor nutre vocês e dá-lhes acesso a tudo o que é necessário.
Não para satisfazer os fazeres, independentes do ser, mas para Ser. Abandonar o Si, Abandonar-se à Luz, tornar-se tenso para o Abandono, tornar-se tenso para a Luz, é perceber tudo isto, no mesmo espaço e em todos os espaços, e isso os preenche de Paz e Alegria.


Não existe mais apego: tudo se torna Liberdade e Liberação.
Todas as relações tornam-se pacíficas, porque a graça de Amor trabalha, bem mais facilmente do que o que vocês decidem comunicar ou trocar.

Porque a graça do Amor não é apenas uma troca: ela é um Dom total, uma permutação total, onde todos os sentidos de distância e de identidade desaparecem completamente, absolutamente. Viver a graça do Amor é voltar para casa, além de todo ser, é estabelecer-se no que jamais tem fim e que jamais começou.


É sair de toda projeção, de todo o sofrimento, de toda ilusão.
É aí onde nenhuma outra coisa pode ser percebida, a não ser esta mesma graça, este mesmo Amor, por toda parte e em tudo.


O Manto azul da graça, quando ele é colocado sobre seus ombros, abre ainda mais a Porta traseira de seu Templo ao nível KI-RIS-TI e instala-os, cada vez mais, em um estado de Paz, onde reina a Beleza.

As poucas palavras que eu emprego são bem fracas para descrever a experiência, mas elas permitem render testemunho, além das palavras.

No silêncio de seus Véus (quaisquer que sejam esses Véus) encontra-se a graça do Amor que nunca se mudou, que nunca partiu, que nunca voltou. Assim, eu os convido a estar ao meu lado, e em meu Coração, e a ser eu, neste espaço de Comunhão.


Eu os convido a colocar o Amor acima de tudo, porque não há mais nada, porque o que vocês dão vocês o dão a vocês mesmos, porque em última análise, é dando-se que vocês encontram. Tudo o que não é dado é perdido.

Esta é a graça do Amor e, é assim, porque é o único mecanismo que pode explicar a Beleza, que permite a sua expressão.

Eu passo, de imediato, durante um silêncio de alguns instantes de seu tempo, na Comunhão com a graça, na graça do Amor, e somente na graça.

... Partilha do Dom da graça ...

Que a graça seja a nossa Morada de Amor.



Mensagem de Hildegarde de Bingen no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1543
21 de julho de 2012
(publicado em 22 de julho de 2012)
Tradução para o português: Josiane Oliveira - http://fontedeunidade.blogspot.com.br


M.M - http://minhamestria.blogspot.com/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/

MA ANANDA MOYI - 21-07-2012 - AUTRES DIMENSIONS

MA ANANDA MOYI - 21-07-2012 - AUTRES DIMENSIONS



Eu sou MA ANANDA MOYI, Irmãos e Irmãs encarnados, eu vos dou as minhas bênçãos.

Eu vou falar livremente, segundo o que eu vivi, estando encarnada, e tentar vos fazer viver, e para além disso, fazer ressoar, em vocês, o Amor, a graça e a Vida.

A Vida, onde quer que ela esteja, é Amor. Não poderia existir a mínima vida sem Amor e, no entanto, na superfície desta Terra, o que é dado a ver é tudo menos o Amor, pelo menos na aparência.


Muitos elementos entre Irmãos e Irmãs, entre nações, entre grupos não parecem, à primeira vista, exprimir o amor. E, no entanto, aqui como noutros lugares, nós somos Amor. Então, como tentar compreender,
apreender, como o que é observado não reflete e não exprime a Vida e o Amor. A guerra, qualquer que ela seja, entre dois seres, duas nações ou dois grupos, visa, à priori, destruir a vida, nega-la. E, no entanto, isso não muda estritamente nada ao que nós somos: Amor.

A vida, nem começa, nem acaba na morte. A vida está em todo o lado. Ela é, ao mesmo tempo, a própria expressão da consciência, da não-consciência e o encontro de tudo o que é possível como interação, como troca, mesmo se a aparência é o oposto. O ser humano encarnado passa a vida a procurar o Amor, e o que se relaciona com o Amor, quer isso seja através das religiões, através de um trabalho. É muito raro encontrar um ser humano que, em alguns dos setores habituais da vida na Terra, não experimente o Amor.

E no entanto, o que pode parecer o oposto do Amor não é na realidade senão a falta de Amor e, portanto, a procura deste Amor, do qual todos estamos privados, numa certa medida, embora estando vivos.


Então certamente, existem tantas variedades de Amor como de humanos. Existe, além disso, e nós todos o sabemos, quando estamos nessa carne, uma paleta infinita de amor. Nós vos demos, desde há uns anos, uma outra ideia, uma outra concepção e uma outra Vibração do Amor. Este Amor, que é denominado, muitas vezes, incondicional, mas que é bem mais que isso, que é, como eu o dizia, a própria Vida.


Todos os comportamentos (que são manifestados pelos nosso Irmãos e as nossas Irmãs, pelos grupos, pelas nações) que chegam a parecer como contrários ao Amor, não são senão o reflexo do medo. Este medo não é, ele mesmo, senão o reflexo de certas manifestações ligadas ao vazio, à ausência, à necessidade de se proteger e à necessidade de não sofrer.

Então, como explicar que esta necessidade de não sofrer, na maioria das vezes, se exprime, justamente, pelo sofrimento? Porque existe um círculo vicioso. Porque o Amor, qualquer que seja, em todas as suas declinações, na superfície deste mundo, não poderá jamais preencher, de maneira definitiva, o que nós somos: este Amor, esta essência de Amor e esta Vida.

Quer isto dizer que esta vida está mal feita? Não, nenhuma vida está mal feita. Existem simplesmente circunstâncias que afastam do Amor e que têm, por nome: medo, avidez, falta.
Eles próprios resultam de uma incompreensão, de uma forma de corte com o Amor que nós somos, e bem para além desta passagem entre a vida e a morte, sobre este mundo. Tudo o que o ser humano manifesta e exprime, desde as esferas aparentemente as mais áridas (no que toca ao dinheiro, à organização da vida) é também a expressão desta falta de Amor, é também a expressão do que foi, realmente, amputado.

O que foi amputado, é a livre circulação do Amor, o que nós chamamos a Comunhão. A impossibilidade, por razões diversas, de comungar, vai induzir, por si mesma, um medo. Que não se recorda de ter frente a si alguém que é amado, e que, no entanto, não nos compreende, não parece responder à nossa expectativa, não comunga conosco.


Porque, claro, o Amor não estará nunca em nenhuma palavra, e eu diria mesmo, num comportamento, porque o Amor é a nossa natureza. Ele deveria, muito logicamente, existir e se manifestar independentemente de qualquer palavra, de qualquer ligação, de qualquer compreensão ou incompreensão de palavras ou de comportamentos.

E, no entanto, nós todos sabemos que isso não é geralmente o caso, porque o Amor é sempre procurado através de uma falta, através de um medo, através de uma insuficiência. Porque o Amor, tal como nós o definimos, quando nós estamos encarnados, é, frequentemente, a tradução de uma falta, a tradução de uma projeção, como se, a essência que nós somos não estivesse visível e nos fizesse, sem exceção, procurar no exterior este Amor.


Qualquer que seja a relação que se estabeleça (quer ela seja a mais amorosa, a mais romântica, quer ela seja a mais autêntica), ela não faz, definitivamente, senão traduzir a insuficiência e a incompletude, que estão presentes em cada um de nós. O exemplo da minha vida, e de tantas outras, mostrou que a fonte do Amor estava, antes de tudo, no coração, quer dizer, em si mesmo. E que não se podia amar senão o que já se tinha encontrado, como Amor, em si. E que o amor que nós projetamos não é senão o reflexo daquele que, justamente, nós não encontramos.

E nós falamos, então, de complementaridade, nós falamos, então, de satisfação: este amor é sempre condicionado e condicional, porque ele deve responder a uma espera, ele deve responder a uma aspiração (encontrada no outro, numa arte, num grupo, numa filiação, pouco importa). Esta forma de amor, será sempre condicionada, porque ela não pode se estabelecer na Comunhão. E a Comunhão só pode se estabelecer a partir do instante em que vocês próprios tiverem encontrado, no vosso Coração, a natureza de quem vocês São. Não através de uma história, não através de ligações, mas, bem mais, com o reconhecimento do vosso próprio Coração, da nossa própria Essência.


A partir do instante em que vocês se encontrarem, o Amor flui e flui de vocês mesmos, vos dando a viver relações bem mais profundas e bem diferentes das que são dadas a viver na falta, de toda a relação humana ou de toda a relação com um sujeito de paixão ou um objeto, que não está em acordo com este amor vivido no coração.

A partir do instante em que um ser humano, um Irmão, uma Irmã, se encontra, ele irradia, manifestando, este Amor, sem ter necessidade de procurar um outro amor. E a magia faz com que, nesse momento, o Amor flua dele, assim como flui daquele que está na frente dele, e que não tem, também ele, nenhuma falta. O que eu quero dizer com isto é que se a essência do Amor estivesse presente, em cada um de nós, encarnados, não haveria mais nenhum problema de relação, nenhum problema de guerra, de competição, de predação ou de incompreensão. É a falta e o medo que criam as desarmonias e, todas as guerras.


Foi dito em numerosos textos: «tu amarás o teu próximo como a ti mesmo». E se vocês olharem objetivamente, vocês constatarão que vocês não podem dar senão aquilo que vocês encontraram em vocês.

Qualquer que seja a vestimenta que vocês lhe deem, qualquer que seja a expressão que vocês lhe deem, vocês não podem dar senão o que vocês são. Vocês não podem dar o que vocês não são, isso é impossível. E é desta falta, desta incompletude, que está presente em vocês, que fluem todas as abordagens amorosas, sem exceção.


A partir do instante em que vocês estiverem preenchidos do Amor de vocês mesmos, e não dessa pessoa, mas no sentido mais autêntico, não pode existir a mínima projeção de espera, a mínima projeção de falta, a mínima interrogação. Porque vocês substituíram, de qualquer modo, a relação pela Comunhão.

E esta Comunhão não tem o que fazer, definitivamente, com as faltas do outro, quer elas sejam aparentes ou escondidas, porque o que é emanado de vocês, nesse momento, não pode, em caso algum, ser alterado por uma relação, qualquer que ela seja (de dependência, de filiação, ou mesmo no amor o mais equilibrado).

Enquanto vocês não se encontrarem a si mesmos, na vossa natureza de Amor, vocês não farão mais do que reproduzir situações de falta que, inexoravelmente, se traduzirão por desequilíbrios porque eles são pré-existentes do próprio fato, da falta.


Alguns dos vossos provérbios, no Ocidente, dizem: «caridade bem ordenada, começa por si mesmo».

Como podem vocês esperar encontrar, noutro lugar que não em vocês mesmos, qualquer coisa que vos satisfaça, enquanto vocês não tiverem realizado o que vocês São, e que o conjunto de todos os outros Irmãos e Irmãs, situações, estão já em vocês?

É impossível encontrar um contentamento: no máximo ele irá de um dado momento da vossa vida até ao fim da vossa vida.

E vocês acham-se eternos, mas vocês sabem que este amor não é nunca eterno, porque ele se dissolve aquando da morte. E aí, se produz, de novo, a falta, a insuficiência, o sentimento de perda, o sentimento de abandono e de ter perdido qualquer coisa de essencial. Isso é profundamente diferente se vocês forem, vocês mesmos, a própria natureza do Amor.
Se vocês se tiverem encontrado, jamais poderá existir, através de um desaparecimento, qualquer que ele seja, um sentimento de falta.

O Amor é, portanto, no sentido mais humano, a tradução de uma falta, a tradução de um medo, de uma insuficiência. Quando o Amor mais autêntico está aí, ele se basta a si mesmo. Não é por isso que ele se fecha, bem pelo contrário, é justamente nesse momento que ele é libertado e que ele pode efetivamente emanar do Ser para todo o Ser.


E este Amor é chamado incondicional. Ele só traduz a realidade do Amor, que está para além de toda a relação, mas que se estabelece (como vocês o vivem, talvez, agora) no seio das diversas Comunhões que nós vivemos com vocês, que vocês vivem entre vocês, e que acontece com as palavras, com as faltas, porque há uma completude possível, e presente, em cada lado.

O Amor é o motor da vida, ele dela é combinação, ele é, ao mesmo tempo, a justificação, o pretexto e o fundamento.
Então, o humano procura (muitas vezes, no outro, ou noutro lugar, ou noutras Dimensões) o Amor que ele próprio é.

Como vocês sabem, há uma forma de restrição ao Amor, o simples fato de perder a consciência entre a vida e a morte, e a morte e a vida, não permite encontrar uma continuidade.

Também não há uma continuidade da pessoa: no máximo existe uma continuidade através do que é denominado Carma. E no entanto, todos os seres que escaparam a esse corpo, por uma razão ou por outra, realmente consciencializaram a natureza do que eles são. Mesmo sem ir muito longe, fora desse corpo, mesmo sem ir muito longe, fora dessa Dimensão, o Amor é onipresente.


É como se, no seio deste mundo, a carne fosse um amortecedor, um freio, um travão, que impediu viver a realidade do Amor, tal como algumas experiências podem dá-las, obtê-las. Mesmo no seio da carne, há sempre a noção de procurar um complemento, e nós sabemos todos que esse complemento, quando é encontrado, não dura mais do que uns instantes. Porque se ele durasse eternamente, ele não teria nenhuma necessidade de se reproduzir na carne, ele estaria presente em todos os tempos.

Então, evidentemente, o que é que faz com que a humanidade, nesta carne, esteja sempre nesta falta, neste medo? É evidentemente, a dificuldade de se amar a si mesmo, mas, não de se amar enquanto pessoa, mas antes de se amar enquanto Princípio da Vida.

Ora, este Principio da Vida foi justamente, em algum lugar, alterado, uma vez que, na maioria das vezes, nenhum ser humano, salvo exceções, até ao presente, teve a possibilidade de viver este tipo de Amor. Então, evidentemente, através desta falta, desta insuficiência, todas as relações (quaisquer que elas sejam) não farão mais do que traduzir uma idealização, ou uma projeção da falta que tem necessidade de ser preenchida. Mas todos nós temos muita dificuldade em encontrá-lo no outro, qualquer que seja a relação.

Enquanto nós permanecermos ao nível de uma relação de falta, jamais essa falta será preenchida.

Então, certamente, existem amores de tal maneira fortes, que quando vocês dão todo o vosso amor, quando vocês se projetam totalmente no que vocês dão ao outro, pode vos parecer estarem preenchidos de qualquer coisa que vem pôr fim a toda a falta. Este Amor, qualquer que seja o seu aspecto, não poderá nunca durar para além de um certo tempo, porque, efetivamente, existe um esgotamento dessa projeção. Ninguém pode estar, em permanência, nessa projeção, sem se esgotar. Ninguém pode estar, em permanência, nesse dom de Amor, sem se esgotar a si mesmo.


E depois, vocês têm o exemplo de pessoas que foram capazes de dar e de ser este Amor em permanência, e muitas vezes o que eles disseram foi que eles eram alimentados por um Amor que vinha de algum lugar, mas não do seu coração, mas simplesmente que o seu coração estava preenchido de Amor, sem que tivesse necessidade de justificação, sem que tivesse necessidade de ligações, sem que tivesse necessidade de traduzir um qualquer sofrimento ou uma qualquer falta.

Isso era profundamente verdade para muitos místicos, na sua forma de adoração à Luz ou a uma personagem tendo vivido este Amor, tendo-o manifestado. Nesse momento, para esses seres, o Amor não tinha necessidade de ser projetado porque ele emanava deles espontaneamente, para além de toda a vontade e para além da noção de fazer o bem, porque eles eram o Bem, e porque o que irradiava deles não tinha necessidade, de qualquer modo, de se justificar, de se mostrar ou de se demonstrar.


Então, certamente, no estado deste mundo, no qual vocês vivem, e talvez com o que vocês viveram, as coisas são profundamente diferentes. Porque o Amor incondicional, o Amor Vibral, vos permitiu, de qualquer modo, reconectar a natureza profunda da Vida e hoje, talvez, vocês vivem os estados de graça, mais ou menos intensos, mais ou menos pronunciados, mais ou menos evidentes.

A partir do instante em que vocês encontraram, sem ter procurado, a partir do momento em que vocês reconheçam o que vocês São, o Amor está aí. Não há nenhuma alteração deste mundo que permaneça.

Não há nenhuma limitação deste mundo que possa vos impedir de encontrar o que vocês São, quaisquer que sejam as circunstâncias, mesmo as mais dolorosas, de uma vida humana. E além disso, nós sabemos todos que é nos momentos mais difíceis, nos momentos de grande sofrimento, nos momentos de grande perda, que um ser humano é capaz, na maioria das vezes, de manifestar o que ele É, para além de todo o artifício.

Porque, nesses momentos, os mecanismos de projeção são aniquilados. Porque nesse momento, todos os sonhos (tudo o que foi construído por uma razão importante) parecem devastados e destruídos. E é, no entanto, nesses momentos que eclode o verdadeiro Amor, aquele que não depende de nenhuma circunstância, nem exterior, nem relacional.


Os Irmãos e as Irmãs que viveram as experiências denominadas «as portas da morte», trouxeram a lembrança deste Amor que se mantém para além do visível, ilustrado por um grande Ser, por um membro da família que partiu, ou ainda, por aquilo que se mantém por trás de tudo isso, ou seja, o Sol, a Luz.


Então, certamente, a lembrança dessa experiência em si mesma, fosse ela a mais imponente e a mais poderosa, não é a causa da mudança destas pessoas, destes Irmãos e destas Irmãs que viveram isso. E no entanto, permanece neles, para além da lembrança, esta emanação de Amor tão particular, que não depende de nenhum contexto e, sobretudo, de nenhum vazio Interior, de nenhum sofrimento, de nenhum medo, de nenhuma perda, isso todos nós conhecemos à nossa volta.

E depois, vocês têm também seres que, por uma razão ou por outra, se encontram a emanar este Amor e a viver o que é denominado as graças, os êxtases, os Samadhi, que não dependem de nenhuma circunstância exterior, mas simplesmente de uma circunstância Interior. Estes Seres são então capazes, sem o decidirem, sem o quererem ou sem se desviarem, de emanarem, em permanência, esta qualidade particular de Vida que é o Amor autêntico, incondicionado e incondicional.

Hoje, cada vez mais, Irmãos e Irmãs se despertam para esta Verdade e a vivem. Isso se faz através de um certo número de referências, estas referências vocês as conhecem; são os Pilares, são as Vibrações, são o que se passa ao nível do que é chamado energia, a Vibração, a consciência. A consciência é, ela própria, Amor.

E, no entanto, as guerras estão também sempre presentes, no entanto os conflitos estão também sempre presentes. As coisas mudam, porque, para aqueles, entre vós, que vivem os contatos conosco, vocês sabem bem que o que vocês vivem não tem nada a ver com um amor condicionado ou condicionante, vivido neste mundo, mesmo na ligação mais forte existente entre uma mãe e o seu filho: não há comparação com o que vocês podem viver em Comunhão.
Isso acontece e isso é cada vez mais frequente. Vocês o constatam, em vocês e à vossa volta, além disso,
vocês estão aqui para isso.

É importante aceitar, antes de poder irradiar, que o único Amor possível se situa no Interior do Si, e que, quanto mais a pessoa que vocês creem ser se apaga (através de um choque, ou através de um processo), tanto mais este Amor pode irradiar, se manifestar. É como se a ausência de interação com a natureza do que nós somos, se limitando (por uma razão, desta vez, exterior), impedisse toda a alteração do que irradia. É nestas circunstâncias, que se produzem o acesso ao Si, o Despertar, a Realização. É a este nível que se realiza o Samadhi, a Paz.

E depois, nós vos falamos da Morada da Paz Suprema, que ela é este estado e vem transcender tudo o que pode ser conhecido, em todo o amor projetado, como em todo o amor encontrado em si e irradiado. É ainda qualquer outra coisa, que remete para além do humano e que, no entanto, permanece totalmente humano.


Então, certamente, tudo isso podem parecer experiências, tudo isso pode parecer muito complexo, muito difícil, sobretudo através das experiências da vida desse lado. Existe contudo a possibilidade, hoje, de não mais ser afetado pelo que quer que seja deste mundo, sem no entanto se desviar disso, sem no entanto condenar este mundo, mas antes estando aí, seja ele o que for.

Ninguém disse que seria fácil, mas em todo o caso, é o que muito de vocês experimentaram, ou continuam a experimentar, mesmo a viver: este Amor não condicionante porque ele não é o reflexo de uma falta mas ele é o reflexo do que foi conhecido no Si, redescoberto em Si, e que permite portanto uma irradiação, para além de todo o desejo, para além de toda a falta projetada no exterior do Si. Isso é o Amor porque é a Vida.


E quando a Vida é encontrada, a graça está ai. Quaisquer que sejam as palavras que vocês aí afixarem, é sempre este mesmo sentimento de estar pleno e que nada vos poder esvaziar. Esta plenitude, quer vocês lhe chamem Alegria, Samadhi, Shantinilaya, resulta, de fato, disso, quer dizer, desta plenitude, deste sentimento de estar completo, de não ter nada a fazer senão amar.

Porque, a partir do instante em que o Amor serve qualquer coisa de lógico (uma filiação, uma relação a uma criança, a um parente, uma relação de casal), este amor será sempre uma projeção. Ele não encontrará, senão raramente, o equilíbrio. Então, certamente, existem casais que passam a vida inteira um com o outro, mas isso não é o Amor Vibral, é um amor que encontrou um equilíbrio estável e vocês sabem muito bem que isto está longe de ser o mais frequente, e longe de ser o mais fácil de viver, para toda a gente.

E depois, hoje, vocês são capazes de estabelecer Comunhões, quer isso seja com outros Irmãos e Irmãs, conosco, Estrelas, Anciãos, Arcanjos, com o Sol e com a Terra. Tudo isso tem diferentes nomes, tudo isso vos foi explicado. E quando isso acontece, em vocês, mesmo se isso não for permanente, isso vos dá a viver qualquer coisa de diferente onde a necessidade de projetar um amor, a necessidade de amar (no seu sentido o mais nobre) não existe mais, porque vocês São Amor.

Sendo Amor, vocês não têm necessidade de amar na projeção: é suficiente simplesmente Ser, deixar a vossa natureza se manifestar.


É, aliás, através deste ato de deixar se manifestar a vossa natureza, que se realiza, mais facilmente, aquilo de que nós falamos incessantemente desde há algum tempo, que é o Abandono:
Abandono à Luz, Abandono do Si, ou seja, o momento em que a vontade do Eu não existe mais.

E vocês sabem todos que há pessoas que procuram o Amor em permanência e outras que não
procuraram nada. Mas enquanto houver uma procura do Amor, vocês não podem Ser Amor. De fato, é como se o processo ocorresse no sentido inverso.

A falta induz esta procura, a procura induz uma projeção, a procura de um ideal (mais uma vez,
quer isso seja uma pessoa, ou uma profissão ou o que quer que seja) que vos vai alimentar. E o que vos alimenta e vos preenche, vem sempre do exterior, neste caso. Mesmo se vocês sentirem o vosso coração, por qualquer um, para qualquer coisa, se vocês olharem, de maneira objetiva, vocês verão bem que é sempre a mesma coisa: qualquer que seja a expressão deste amor, qualquer que seja o objeto deste amor, há definitivamente, sempre subjacente, uma falta, uma necessidade de completar, uma necessidade de intercâmbio, também.

Isto é profundamente diferente do que se vive quando a vossa natureza se revela a vocês, porque, nesse momento, a fonte do Amor são vocês mesmos. Não há mais que se colocar a questão de dar o Amor. Não há mais que se colocar a questão de saber se se ama ou não, porque o Amor é a vossa natureza e não é mais, nem uma projeção, nem uma ocupação, nem um ideal.


Não há senão este Amor, que é, se o posso dizer, autêntico, porque este, justamente, não depende de nenhuma causa exterior: ele não depende de uma relação, ele não depende de uma pessoa, ele não depende de ninguém. Ele é o que vocês São.

Então, neste momento, não há mais esforços a fazer, não há mais que dar atenção ao que quer que seja: vocês se tornaram, realmente, o que vocês são, e nesse momento, o Amor emana de vocês como ele é, ou seja, a vossa natureza.

E o que se vive, nesse momento, através dos seres, através das situações, das ocupações, não tem mais o mesmo sabor, não tem mais a mesma coloração que qualquer coisa a preencher, de qualquer coisa que falta. O que vocês vivem, nesse momento, é profundamente diferente. E no entanto, apesar disso, muitas vezes o ser humano tem necessidade de completar, porque o corpo é assim feito, aqui neste mundo, ele é incompleto.


Chega de falar de complementaridade, de olhar a própria constituição dos corpos para se dar conta que um é feito para o outro. Mesmo ao nível da carne, independentemente dos sentimentos, independentemente mesmo da natureza dos sexos.

Tudo isso não representa, definitivamente, senão qualquer coisa que exprime uma falta. E, pelo contrário, no momento em que vocês descobrirem ou redescobrirem a natureza que vocês São, então, nesse momento, não existe mais sentimento de incompletude, mesmo se existirem ainda relações, mesmos se existir uma necessidade de não estar sozinho, mas é profundamente diferente. Porque a fonte do Amor são vocês mesmos, e aí, vocês estão prontos a Comungar, com vocês mesmos e com o outro, e também a irradiar esse Amor, sem o querer, em tudo o que vocês tocam, em tudo o que vocês olham. Aí, não pode existir nenhuma falta.


Não pode existir nenhuma traição, nenhuma incerteza, e vocês não podem dar, lembrem-se, senão o que vocês encontraram. Vocês não podem dar o que vocês não adquiriram, mas não «adquirir» no sentido de possuir, não «adquirir» no sentido de guardar para si, mas antes reconhecer a natureza da Vida, a natureza da graça, a natureza do Amor, que é, de fato, a única natureza possível.

Nesse momento, vocês vão constatar (e vocês o constatam cada vez mais, nesta época particular na qual vocês estão encarnados) que, evidentemente, as regras do jogo, se assim se pode dizer, não se exprimem da mesma forma a todos os níveis. Existem muitas coisas que são chamadas de progresso, que são chamadas de evolução que, sem falar da sua realidade, traduzem, em todo o caso, a modificação do jogo amoroso, e eu entendo jogo amoroso, não unicamente o jogo entre dois seres, mas o jogo amoroso de toda a vida.


Enquanto o jogo amoroso estiver baseado no que eu chamo o medo, o sofrimento, a perda, ele não pode ser saciado. A partir do instante em que o jogo amoroso se exprime, no momento em que vocês tiverem reconhecido o que vocês São, pelo Fogo do Coração, pela Coroa Radiante, por muitas coisas que vos foram longamente explicitadas, então, vocês notam que, nesse momento, as coisas mudam, porque não existe mais falta. Existem, certamente, interrogações sobre o próprio sentido da vida, existe um questionamento relativamente a outros medos, quer seja o trabalho, aí também, o medo da falta, o medo de não ter para comer, de não ter teto.

Quando o Amor emana de vocês, tendo encontrado a vossa natureza, tudo se torna diferente. Porque se vão exprimir as leis que vos fazem sair da ação / reação permanente, quer isso seja o que vocês denominaram a Fluidez da Unidade, as sincronicidades, as leis da Atração e da Ressonância.


Quando vocês são Amor, o Amor vem a vocês.
E este Amor exprime-se não unicamente através das pessoas ou das situações agradáveis, mas tudo o que é necessário, para vocês, então, é proporcionado.


Porque é exatamente o que se passa, se vocês são Amor: nada pode faltar, o que quer que se passe no exterior ou no Interior, tudo vos aparecerá e será vivido da forma mais justa, sem perda e sem medo.

Isso quer dizer também, e ilustra, o que nós vos dizemos: que não há senão duas escolhas: o medo ou o Amor. O medo, traduzindo unicamente a falta, a insuficiência e os diversos medos. E o Amor, certamente, que não é o seu oposto, nem mesmo a outra vertente, mas que é antes a expressão de qualquer coisa que se encontrou. Tendo encontrado a Vida, a Vida vos encontra. E as circunstâncias da vossa vida vão-se desenrolar de forma diferente.


É impossível, para aquele que vive o Amor no seu Coração (no sentido o mais Vibral), que acede ao Samadhi, que acede à Comunhão, poder exprimir a mínima falta, a mínima incompletude e o mínimo medo. É neste sentido que nós sempre vos dizemos: medo ou Amor. Porque, muitas vezes, vocês têm a impressão que os dois coexistem: um dia, há o Amor, outro dia há o medo.
Mas quando o Amor está aí, não pode existir o medo. Não pode existir o sofrimento, quer ele esteja no psiquismo ou no corpo.

Porque, o que quer que se produza na cabeça, no corpo, nas relações, o Amor está aí. Em vocês, mesmo se qualquer coisa termine numa relação, ou no que quer que seja, se vocês se reconhecerem no Amor, nada pode faltar. Se alguma coisa faltar, então isso vos remete para as vossas próprias faltas e para o que vocês projetaram, através de um ideal, através de uma necessidade, ou de uma falta. Quer isso seja uma necessidade, uma falta, um desejo, ou um ideal, não muda estritamente nada ao que isso é.

Enquanto o Amor permanecer, para vocês, uma busca, ele não traduzirá senão uma falta. Enquanto, para vocês, o Amor estiver longe do Aqui e Agora, mesmo através de uma busca espiritual, vocês se afastam de vocês mesmos.

O Amor, como isso foi dito de diferentes formas, não tem que ser procurado, uma vez que é o que nós Somos. De fato, é preciso, simplesmente, realizar o que nós Somos. E quando nós realizamos o que nós Somos, mais nenhuma falta pode ocorrer.


Nós estamos bem longe, eu vos garanto, do processo comum, tanto no Ocidente, como no Oriente, da evolução das relações entre os homens e as mulheres, entre os homens e as mulheres e a sociedade, ou mesmo nas relações que deveriam ser as mais duráveis, como as relações ligadas ao sangue, ao DNA, à família.

Existe, portanto, uma inquietação:
é que enquanto o humano não se virar para ele próprio, não para se procurar mas antes para manifestar o que ele é, tudo o que se manifestar no exterior será insuficiente, deficiente, e isso é normal.

Outros disseram: «procurem o reino dos céus e todo o resto vos será dado».

O reino dos céus está no interior de vocês; é, portanto, em vocês que é preciso procurar, não como uma busca no exterior, num qualquer conhecimento, numa qualquer relação, mas antes encontrando a natureza que nos anima e que nós somos. Realizando isto, todas as contrariedades deste mundo não representarão nada, porque à medida que este reconhecimento se fizer, o conjunto das circunstâncias da vida vão estar em harmonia com isso. E isso diz respeito absolutamente a todos os setores. Porque o Amor é Abundância, ele não pode jamais ser privação.

Então, certamente, existem situações em que um grande sofrimento pode fazer aparecer o Amor. Mas, justamente, o Amor aparece nestes casos de sofrimento, porque há um vazio de tal maneira intolerável, que o Irmão, a Irmã a quem isso acontece, não pode senão encontrar, nele, a ressonância. E esta não se encontra, ela emerge, a partir do instante em que vocês não procurem mais.

O mais frequente, quando eu falo de acontecimentos traumatizantes, pode ser a perda de um próximo, de um trabalho, ou de qualquer coisa que é julgada como importante, que tem valor para aquele que o vive, e que desapareceu. Como o diz, muitas vezes, um interveniente, mudem o olhar, aceitem que vocês são Amor, porque esta aceitação, não esta crença, vai se traduzir pela plenitude (ndr: BIDI). E nesta plenitude há lugar para todos, já que esta plenitude não se pode esgotar nunca.

Ela não depende das circunstâncias exteriores, ela não depende do sentimento de gratificação que vocês possam obter, mas ela só depende de vocês mesmos, não num confinamento, mas numa verdadeira abertura, que não é mais a projeção de uma falta ou de uma insuficiência.


Então, nesse momento, vocês descobrem a Liberdade. Vocês não têm mais necessidade de amar ou de não amar. Vocês descobrem que o Amor é a vossa natureza e tudo se torna profundamente diferente. É isso, a Liberdade que conduz à Libertação. Esta independência, esta autonomia, está em ressonância direta com a Liberdade e com o Amor.

É isto que vocês precisam realizar, não procurar, não compreender, mas viver, uns e outros.
Nós vos dizemos que a compreensão não serve para nada; ela não é senão justificação para o mental, ela não é senão cálculo, ela não é senão lógica.

O Amor não tem que ser lógico: ele É, muito simplesmente. Enquanto vocês colocarem a lógica à frente, isso corresponde a uma falta. Enquanto vocês colocarem uma organização à frente, isso também corresponde a uma falta. Porque o Amor, na sua espontaneidade, não tem que estar numa lógica ou numa razão. Ele é o que se exprime o mais naturalmente no mundo porque, mais uma vez, é o que nós Somos. Mesmo a guerra não aniquila o que nós Somos. Mesmo a morte não pode aniquilar o que nós Somos. E é justamente o que nós somos que é Amor.

Enquanto vocês projetarem no exterior (mesmo através de uma busca, qualquer que seja), vocês mantêm a falta, vocês jamais a preencherão. E isso, a vossa vida, e tudo o que é humano, representa isso.

Enquanto o humano não for humano, enquanto ele não encontrar a sua natureza, toda a sua vida vai estar submetida ao que é denominado ação/ reação; e a ação/ reação mantém a perpetuação. A ação/ reação mantém o que vocês denominam o livre arbítrio, o qual não é a Liberdade. E assim, de reação em reação, de busca em busca, o ser humano se afasta, cada vez mais, da sua natureza.


É esta exteriorização da consciência, através desta busca, que cria a aparência da falta de amor, que cria as guerras, que cria as insuficiências, as rupturas, as chantagens. Não há outra alternativa senão se encontrar a si próprio. Então, certamente, a época que é para viver, e que vocês vivem, é nisso diferente, porque o Amor veio até vocês, ele veio vos despertar.

Muitos se despertam hoje e descobrem (um pouco como ao despertar, de manhã) que eles despertam de um pesadelo onde tudo era fictício, onde o sentido dos valores era completamente redistribuído. Mesmo se isso não é chamado Amor, é o Amor que age.


Enquanto o Amor estiver ausente, haverá sempre competição, haverá sempre comparação, haverá sempre falta e insuficiência e haverá sempre medo.

Quando o Amor estiver aí, tudo se transforma, tudo se torna diferente. A Liberdade se torna real. A Autonomia se torna real. Não pode existir insuficiência. E, nesse momento, o conjunto dos medos que estavam presentes, quaisquer que sejam, desaparece na totalidade, porque não há nada a preservar. Quando a natureza do Amor é reencontrada, a Vida flui por si mesma.


Quaisquer que sejam as circunstâncias, não podem existir privações, no seio do Amor, mesmo se vocês não tiverem para comer, mesmo se vocês não tiverem teto.
É a ausência de Amor que vos faz procurar, ativamente, para se preservarem destas desgraças. Mas quando o Amor for encontrado, como dizia o Cristo: «será que o pássaro se preocupa com o que ele vai comer amanhã?».


O Amor não se preocupa com nada. Ele é Vida. Ele é a Verdade e, quando vocês estiverem sob esta Verdade, a ação/ reação desaparece. É substituída pela graça; e a graça é ativa, ela fará tudo para que a vossa vida seja a Vida.

A abordagem é profundamente diferente. Num caso, há a projeção. No outro caso, há Acolhimento e Dom. É um ou o outro. Não há outra alternativa e vocês vão vivê-lo, se vocês não o vivem já, porque as circunstâncias deste mundo vão fazer que este mundo se encontre face ao que ele construiu, em relação às suas faltas.


Tudo o que é o progresso moderno, tudo o que foi inventado e construído (na matéria como na cabeça) não tinha senão por função evitar a falta, conferir o que vocês chamam conforto. Conforto que vocês obtiveram no Ocidente (ou, em todo o caso, nos países ricos). Mas o que vale este conforto, se há a falta? O que vale este conforto, se não há reconhecimento do Amor? Ele não vale estritamente nada, porque ele vos apaga, ele vos adormece, ele vos anestesia e vos afasta do que vocês São. E isso cria uma avidez e isso faz com que a alma vá procurar experiências que possam satisfazê-la, através de um outro, através de um filho, através de uma profissão, através de uma atividade, qualquer que seja.

Quanto mais o Amor crescer e quanto mais o Amor emanar e irradiar de vocês, menos isso vos pode preocupar. E quando vocês chegam ao Último, vocês permanecem Amor e todo o resto desaparece. É o que eu manifestei, em certos momentos da minha vida, e, no entanto, talvez vocês o saibam, eu fui casada, eu tinha muitas pessoas à minha volta. Todas essas pessoas que se vinham alimentar, não de mim, mas do Amor, porque havia uma ressonância que se criava.


Certamente, nem toda a gente teve a ressonância suficiente para encontrar o que ele era, porque as faltas e as projeções criam, de qualquer modo, uma barreira que se torna cada vez mais rígida, porque isso é construído sobre o medo e o medo enrijece. Ele impede o Amor, que nós Somos, de se exprimir.

Então, certamente, enquanto vocês olharem para a falta, vocês procuram combatê-la. Enquanto vocês olharem para o objeto do vosso desejo, vocês desejam possui-lo.


Mas se vocês fizerem parar tudo isso, então o Amor estará aí. Não aquele que vocês querem, não aquele que vocês esperam, mas aquele que sempre esteve aí, no meio do vosso peito. Hoje, isso se descobre, cada vez mais facilmente, porque as circunstâncias querem isso, vocês o sabem.

Então, eu não posso senão convidar-vos a viver, não segundo os vossos desejos, não segundo as vossas faltas, mas segundo o Amor e segundo a graça. Porque, na graça, há a Vida e a Vida não vos falhará nunca, o que quer que vocês tenham a viver. É sempre o mental, a falta, que vai induzir as ações de preservação da ilusão através da segurança, através das ligações que vocês criam, através dos nascimentos, através das criações.


Tudo isso, de fato, não é destinado senão a projetar o vosso próprio Amor e a mascarar a falta da natureza, que nós somos todos. Assim, portanto, há também, a este nível, uma espécie de Reversão e de inversão. O apelo da Luz, hoje, é o de vos fazer viver isso.
Então, quaisquer que sejam as circunstâncias da vossa vida, não se atormentem, não as rejeitem, porque a vossa visão não se inscreve, frequentemente, senão nas emoções do momento, ou na compreensão intelectual e lógica do que vocês tinham e do que vocês já não tinham.

Se o tempo fluir, vocês constatarão por vocês mesmos, e todos vocês tiveram disso a experiência, que o que vocês perderam, um dia, através de uma perda e de um luto, acaba sempre, sempre, por desaparecer. E qual é o agente que o faz desaparecer? O tempo. Porque a falta, a perda, está sempre inscrita no tempo. O Amor não está inscrito em nenhum tempo. Ele vos faz escapar às consequências do tempo.


O Amor Vibral: o Amor que se dá. Reflitam sobre isso, porque estes mecanismos estão a trabalhar, absolutamente para todos.

Ora, hoje, o que se passa, e que se passará cada vez mais, é que vocês são regados pela Fonte e pela Natureza do que vocês São, quer vocês denominem isso Supramental, Onda da Vida, Êxtase, Samadhi, Shantinilaya, e suas múltiplas declinações, isso não tem nenhuma espécie de importância.
Tudo isto não é senão um convite para se darem, a vocês próprios, ao que vocês São, a não esperar nada, porque, quando não se espera nada, tudo está aí, e não há falta.

Nós somos, todos, o Amor, a Vida e a graça, o Caminho, a Verdade e a Vida. Sem nenhuma exceção. Apenas os filtros e os Véus, as experiências do passado, os traumatismos, a falta, o medo, nos afastam disso. Então, não há senão o Amor para preencher isso. Não há senão o Amor para ser o que nós Somos, de maneira infinita, para além deste tempo, como de todo o tempo.

Este Amor, quando ele é encontrado, não pode ser limitado, não pode ser amputado e não desaparece com a morte. Porque vocês encontraram o que vocês São: vocês são Eternidade. Antes, em nenhum momento, vocês podiam viver; vocês só podiam supor ou imaginar. Mas a partir do instante em que o Amor está, realmente, aí, vocês são a Totalidade, vocês são o Todo.

Eis os elementos que eu queria vos trazer e que resultam, talvez não do que se passa agora, mas do que eu, realmente, vivi, na minha encarnação passada. Aí está o essencial, porque, se vocês aceitarem olhar objetivamente, vocês se aperceberão que, realmente, é a única Verdade. Ela não é relativa, ela traduz o Absoluto de todas as relações e tudo o que pode existir neste mundo e
mais além.

O que é diferente, nos outros mundos, nos mundos que nós denominamos unificados ou multidimensionais, é que a expressão do Amor não está contaminada por nada, travada por nada: não há nem opacidade, nem cálculo, nem lógica, nem razão, nem apego, há Liberdade total de movimentos, de ressonância, de Comunhão. Não existe nenhum confinamento possível.


Então, tudo o que foi constituído sobre este mundo, desde há muito tempo, obriga a separar, a confinar. Isso é visível mesmo nos mundos de vida. Isso é visível em tudo o que é dado a ver, em tudo o que vos é dado a experimentar neste mundo.

Olhem claramente e vocês compreenderão, nesse momento, vocês apreenderão, que o Amor não é qualquer coisa que se tome, nem que se troque. O Amor é Dom, porque a Vida é Dom e porque a Vida é graça. Encontrar a graça, viver a graça e o Êxtase, é a essência da vossa Natureza, quer dizer que vocês se encontraram. Tendo-se encontrado, vocês encontraram o resto do mundo, vocês encontraram o Amor.Eu terminei a minha intervenção.

Estabeleçamo-nos, se vocês o quiserem, todos juntos, neste Dom, neste acolhimento, no Amor que nós somos, para além de toda a consideração, para além de toda a expectativa, de toda a projeção, mesmo de toda a esperança, simplesmente, nos instalando neste tempo presente que não depende de nenhum tempo e que, portanto, escapa ao tempo. Assim é o Amor, assim é a Verdade.

MA NANDA MOYI vos ama porque é a sua Natureza. Vocês me amam porque é a vossa Natureza, sem cálculo e sem condições, sem suposição.

Eu vos amo, até breve.



Mensagem de Ma Ananda Moyi no site francês:http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1544
21 de julho de 2012
(Publicado em 22 de julho de 2012)

Tradução para o português: Cristina Marques e António Teixeira


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